10 Traços de Pessoas Medíocres

ul>>>li>21 de Maio de 2015
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    Quão feio soa o qualificador ‘medíocre’. Brilhante” ou “excepcional” soa melhor, por razões óbvias. No entanto, e apesar do seu aspecto derrogatório, mediocridade não significa mais do que sazonalidade numa média estatística, uma mediocridade que é normalmente acompanhada por certas limitações psicológicas que nos impedem de a abandonar e descolar.
    Óscar Cáceres, treinador e criador do Modelo de Pessoas Extraordinárias, resume as 10 características das pessoas medíocres, para que possamos identificar essas características em nós próprios e substituí-las por outras mais produtivas.

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    1. Vivem num mundo de negativismo auto-destrutivo. Tudo corre mal. Tudo gera tristeza. E não hesitam em expandir publicamente a sua obscuridade. Assim contaminam a coexistência com outros e tornam-se os clássicos ‘buracos negros’ que lhe roubam a vontade de viver em 10 minutos.
    2. Como são inseguros, agem tentando agradar aos outros para não perderem o seu afecto. Eles não correm o risco de se dissociarem com opiniões ou empreendimentos pessoais.
    3. O mais importante é o agora. Faltam-lhes objectivos a longo prazo, pelo que se dispersam em questões relevantes.
    4. Culpam sempre os outros pelos seus fracassos. Tempo, alinhamento astral, ou avó a fumar, eles têm dificuldade em assumir a responsabilidade pelos seus próprios resultados.

    mediocrebr>>>br>5. Ficam com o negativo e não com o positivo, tanto das situações como das pessoas com quem interagem.
    6. Eles são queixosos. Sentem que a vida os trata de forma injusta, que são assombrados por uma auréola de “azar”. Eles vitimam-se a si próprios.
    7. Eles não se envolvem no que fazem. Não põem “toda a carne na grelha”, mas apenas o suficiente para cumprir, tanto no trabalho como com as pessoas, com as quais não geram escuta ou ligação emocional.
    8. Como se sentem vencidos pela vida (“um brinquedo do destino”, como disse o pobre Romeu no seu infortúnio romântico), sentem que o mundo lhes está em dívida e que outros têm de os ajudar a resolver os seus problemas.
    9. Eles sentem que a vida não lhes dá oportunidades. Não como aqueles de que gozam outras pessoas, mais afortunados do que eles e recompensados, sem dúvida, sem o merecerem. Campo fértil para o ressentimento.
    10. Têm inveja do sucesso de outros. Quando alguém lhes conta um projecto, ou ideia, quer secretamente que ele falhe porque a prosperidade dos outros os faz sofrer.

    Afu, que pedaços, vistos assim, todos juntos. Existe uma lógica interna que liga todas estas características, articulada pela frustração de não ter alcançado o “cumprimento”, seja lá o que for que se queira dizer com isso. A busca do eu e da felicidade não é dada de graça neste mundo hiper-conectado e hiper-competitivo. Por isso, vamos dedicar algum tempo a reflectir sobre como e com o que vamos preencher os nossos breves dias neste mundo fascinante e execrável. Um espaço diário de meditação para não nos “deixarmos cair nos nossos erros” e nos libertarmos do mal da mediocridade, que parece trazer-nos um sofrimento incalculável. Esta coisa da carruagem é sempre bastante óbvia, mas nunca faz mal lembrar-se dela. Tenha um bom dia.

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