CLAUDIO SUAREZ / HOME / PATHOLOGICAL FACIAL BLUSHING

Milhares de pessoas sofrem de episódios frequentes e intensos de rubor facial súbito e incontrolável na sua vida diária. Originário de estímulos emocionais ou sociais, este fenómeno é conhecido na literatura anglo-saxónica como “rubor”, caracterizado pelo seu rápido aparecimento nas bochechas, orelhas, pescoço e por vezes na parte superior do peito. Além disso, é frequentemente acompanhado por uma sensação de confusão, calor no rosto, formigueiro, e mesmo confusão.

Quando o BLOCO FACIAL é anormalmente induzido pelo menor estímulo, tal como entrar no metro, fazer compras, encontrar alguém, etc., estamos na presença do BLOCO FACIAL PATOLÓGICO. Isto faz com que as pessoas se tornem muito tímidas, introvertidas, inseguras, receosas de ridicularização, modestas e extremamente sensíveis.

PATOLOGICAL FACIAL BLUSHING não é possível de controlar, pois é apresentado como uma resposta involuntária e indesejada a momentos de exposição pública, ansiedade, medo, constrangimento e fobia, criando assim situações embaraçosas que podem tornar-se psicologicamente prejudiciais para a pessoa.

A rubor facial severa é uma condição causada pela sobreactividade do sistema nervoso simpático, do qual não temos controlo voluntário. Estes nervos tornam-se especialmente activos durante estímulos emocionais e actividades sociais, como resultado da activação do vasoconstritor simpático cervical e das vias sudomotoras na região craniofacial, o que resultaria em vasoconstrição pós-capilar.

Esta desordem tem consequências psicológicas que podem levar a comportamentos evitadores, fobia social, e mesmo depressão.

No presente existem cremes e fármacos que permitem aplacar esta sintomatologia durante os períodos necessários para aqueles que dela necessitam, mas devem ser administrados rigorosamente momentos antes do evento, e são eficazes em menos de 25% dos casos.

O uso de fármacos antidepressivos, entretanto, tem uma taxa de resposta de cerca de 50%; ou seja, um grupo significativo de pacientes resolve o seu problema. Mas quando este tratamento não dá bons resultados, não é bem tolerado, ou a medicação permanente não é resistida, deve ir para o nível seguinte: a SIMPATECTOMIA TORÁCICA.

Esta intervenção cirúrgica é realizada, por vezes, após uma avaliação psiquiátrica por um especialista na área, para excluir outras possibilidades diagnósticas ou terapêuticas.

A SIMPATECTOMIA VIDEOTORACOSCOPIC (em gânglio T2 do sistema Sympathetic) é uma solução definitiva para aqueles que sofrem de RUBOR FACIAL PATOLÓGICO, que os impede de se desenvolverem de uma forma normal na sua vida afectiva, laboral e social. A satisfação atinge mais de 90% na nossa série de intervenções.

PERGUNTAS FREQUENTES PEDIDAS

O que é a simpatectomia videotoracoscópica para rubor facial?
É uma operação realizada sob anestesia geral. Dois canais axilares de trabalho de 5 mm cada são utilizados para aceder à cadeia simpática. A câmara de vídeo é introduzida através de um deles e, através do outro, o bisturi ultra-sónico que irá isolar o gânglio T2, associado ao rubor facial. O procedimento é realizado de ambos os lados (bilateral). Em alguns casos é realizada utilizando clipes de titânio.

Quanto tempo dura a operação?
Até 45 minutos aproximadamente.

p>Desde quando é realizada a simpatectomia videotoracoscópica no nosso país?
A equipa de Cirurgia Torácica que lidero na Clínica Santa Maria pratica esta operação desde 2002, ultrapassando os 3.p>Existem complicações?
A nossa série de mais de 3.000 simpatias regista 2 síndromes de Horner (queda parcial e transitória de uma das pálpebras), 2 pneumotóraxes residuais, 1 derrame pleural ligeiro e um paciente com mastite gravis que deve usar um pacemaker. Do mesmo modo, na nossa série, 3% dos pacientes tiveram uma reinervação do nervo simpático. Entretanto, 13% dos pacientes submetidos a esta operação de Lavagem Facial Patológica apresentam suores compensatórios graves nas costas, estômago ou pernas. Por este motivo, 4,0-5,0% dos pacientes lamentam ter sido operados. Não há mortalidade cirúrgica relatada até à data.

Por que ocorre o suor compensatório?
Porque o corpo humano necessita de termorregulação em tempo quente, exercício ou febre. Uma vez que o canal de transpiração através do rosto está cortado, o corpo procura vias alternativas, que são geralmente as costas, o estômago ou as pernas (atrás dos joelhos ou entre as coxas). Embora seja um incómodo, a maioria das pessoas não o considera incapacitante para a sua vida social e/ou laboral. A sudorese compensatória é severa em apenas 5% de todos os pacientes simpaticomizados, e em 13% dos pacientes submetidos à simpatectomia T2 para rubor facial patológico ou hiper-hidrose facial.

p>É mais provável que as pessoas tenham sudorese compensatória severa?
sim>sim, aqueles muito musculados ou com excesso de peso, uma vez que a sua camada muscular ou gorda os impede de ter uma regulação térmica normal e eficiente. A eles juntam-se as pessoas de baixa estatura (menos de 1,50 metros) e as que são operadas na simpatectomia T2, que é a que é realizada para tratar a ruborização facial patológica. p>Is there a treatment for severe compensatory sweating?
It is not 100% effective. É por isso que pessoas com excesso de peso ou muito musculadas não são bons candidatos à simpatectomia. Os medicamentos podem agora ser utilizados para tratar o suor compensatório, mas o resultado é satisfatório em 50% dos casos.p>Pode toda a gente ter uma simpatectomia?
É preferível que tenham mais de 12 anos, mais de 1,50 metros de altura e peso normal, porque a sua constituição física permite um acesso mais fácil à cadeia simpática.p>É a simpatectomia uma operação dolorosa?
Quando se acorda da anestesia sente-se uma dor opressiva no peito, que diminui até desaparecer num par de horas. É tratado com analgésicos orais. Também pode sentir dor nas costas devido a contractura muscular.p>É o procedimento reversível?
Não. A simpatectomia é irreversível porque o nervo simpático é cortado, cortado ou queimado. No entanto, há casos de reinervação 6-18 meses após a cirurgia. A técnica de ‘recorte’ seria teoricamente reversível em 30% dos casos, mas a sua eficácia está em discussão.

Quantos dias tem a pessoa de ser hospitalizada?
O paciente tem alta na manhã seguinte ao dia da cirurgia.

Quais são os cuidados pós-operatórios?
A partir de 48 horas pode viver uma vida normal. Contudo, os exercícios da parte superior do corpo não são recomendados durante 15 dias, para evitar lesões tais como ruptura muscular. As cicatrizes não devem ser embebidas até que os pontos tenham sido removidos. Também é aconselhável não os expor ao sol durante seis meses para evitar uma pigmentação diferente da pele do paciente.

Quanto satisfeitos estão os pacientes após a operação?
Em relatórios internacionais o sucesso do procedimento é de 80%, mas o nosso grupo alcançou 90% pela boa selecção de pacientes, e pelo facto de ter uma equipa multidisciplinar de especialistas.

Após uma simpatectomia para a ruborização facial, a pessoa pode voltar a colocar ‘colorido’?
Sim, mas apenas quando está quente, está perto de uma fonte de calor (fogueira, fogão, etc.), bebe muito álcool, ou está numa posição invertida, porque tudo isto aumenta o fluxo de sangue para o rosto, o que é normal e não pode ser evitado com a operação.

A simpatectomia para rubor facial é coberta por isapres ou Fonasa?
Sim, quando a doença é grave, o tratamento médico não tem sido eficaz e quando há comorbidade (hiperidrose, disidrose, fobia social grave, etc.).

Onde opera o Dr. Claudio Suarez no Chile?
Na Clínica Santa Maria em Santiago.

Na Clínica Santa Maria em Santiago.

Doctor Claudio Suarez opera no Chile?
br>Na Clínica Santa Maria em Santiago.

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