Michael Phelps, o rei olímpico faz 35

Olimpismo está a celebrar. O seu maior vencedor, Michael Phelps, considerado o maior atleta da história olímpica, faz 35 anos em 30.

Obtendo, esse trono não lhe foi dado por ninguém. Para se tornar o rei dos Jogos Olímpicos, Michael Phelps teve de nadar contra a maré desde muito jovem, quando lhe foi diagnosticado um Distúrbio de Défice de Atenção e Hiperactividade (DDAH).

p>Grandes pessoas encontram em dificuldades uma oportunidade de desenvolvimento, assim como Phelps que encontrou na natação uma forma de controlar a sua hiperactividade.

Os seus primeiros golpes levaram-no de Baltimore a Sydney para participar nesses Jogos Olímpicos aos 15 anos de idade. Embora não tenha ganho uma medalha, ele apareceu na final dos 200 metros da borboleta, onde colocou a quinta.

p>Ele não ia parar por aí. O rei do Olimpismo dirige-se para Atenas com a experiência do Campeonato Mundial de Natação de 2003. Já no local de nascimento dos Jogos Olímpicos, Phelps começaria a forjar a sua história em, literalmente, letras douradas.

Michael Phelps nadou como se Poseidon, Deus dos Mares, tivesse tomado conta do seu corpo. Em Atenas, o ‘Tubarão de Baltimore’ ganhou a sua primeira medalha de ouro, culminando o evento com seis medalhas de ouro e dois bronzes.

A sua natação levou-o a Pequim 2008 onde o seu brilho dourado se tornou um brilho divino quando ganhou oito metais de ouro para lhe retirar o reconhecimento de Mark Spitz como o atleta com mais medalhas de ouro num único Jogos Olímpicos de Verão.

Mas o seu rasto de sucesso não ficaria na China. Os seus traços levá-lo-iam a Londres 2012, onde se tornaria uma lenda. Com quatro ouros e dois silvers, Michael Phelps acrescentaria 22 (18 ouro) medalhas olímpicas, ultrapassando as 18.

de Larissa Latynina, ginasta soviética. Após a sua participação em Londres, o rei ‘abdicou’ devido a vários problemas pessoais, incluindo baixa auto-estima, dependência do álcool e depressão. No entanto, conseguiu recuperar para participar no Rio 2016. Aos 31 anos de idade, o rei foi de novo coroado numa competição olímpica na qual ganhou cinco medalhas de ouro e uma de prata para concluir o seu reinado com 23 medalhas de ouro, três de prata e duas de bronze. Um total de 28 medalhas olímpicas em cinco jousts de Verão.

Quem ocupará o seu trono?

Com a reforma de Michael Phelps, o trono do Olimpismo fica vago. Por essa razão e desde o final dos Jogos Olímpicos do Rio, todos se perguntam quem poderá ser o herdeiro ou herdeira de Michael Phelps?

Um dos que teria levantado a mão, sem dúvida, foi Usain Bolt, mas, tal como Phelps, reformou-se na feira brasileira, pelo que o desporto olímpico se encontra numa fase de transição na qual procurará o seu novo monarca.

Simone Biles na ginástica, Katie Ledecky na natação, Teddy Riner no judo e Eliud Kipchoge na maratona procuram aumentar o seu legado olímpico e erguer as mãos para tomar o bastão de Phelps e Bolt como principais candidatos a novos reis e rainhas do Olimpismo.

Fotos: AP

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