Porque é que as mulheres preferem pénis grossos e curtos

As mulheres sentem realmente mais prazer com as características que são popularizadas? Vamos esclarecer isso neste artigo. (Vagina curiosidades que precisa de conhecer)

A través das minhas redes sociais fiz uma sondagem: o que é que as mulheres preferem: pénis longos, magros ou pénis grossos, curtos? Para surpresa de alguns cavalheiros, as mulheres preferem pénis grossos e curtos. Então porquê gabar-se do comprimento do pénis? Ou porquê considerar o comprimento a única característica do pénis que dá prazer?

Para explicar estas preferências em detalhe, comecemos pela parte aborrecida: a teoria. Teoricamente tem sido explicado durante anos que o clítoris é o único órgão com a capacidade de proporcionar prazer físico às mulheres, mesmo autores de renome como William H. Masters, Virginia E. Johnson e Robert C. Kolodny reconheceram à ciência que a sensibilidade da vagina é tão baixa que a sua estimulação se assemelha à sensibilidade sexual de um homem quando estimulam os seus testículos. (Os benefícios de o ter pequeno)

A ciência tem demonstrado em muitos estudos que a penetração sexual nas mulheres é indispensável para preservar a espécie, mas não para proporcionar prazer. Uma prova é que a inserção de dedos ou objectos é muito pouco utilizada pelas mulheres como mecanismo de masturbação, a maioria das mulheres percebe o orgasmo na masturbação apenas estimulando o seu clítoris.

Porquê então as mulheres gostam de manter penetrações com os seus parceiros se isso não as estimula o suficiente para atingir o orgasmo, sob esta questão também foram conduzidas muitas investigações de ordem sexual. Portanto, nos anos 80, o termo ponto g começou a ganhar popularidade.

O ponto g descrito pelos autores Ladas, Whipple e Perry (1982) é uma estrutura funcional do tamanho de uma ervilha que, após estimulação, atingiria o tamanho de um cêntimo, foi avaliada na investigação sobre ejaculação feminina realizada em 1990 pelos cientistas Darling, C.A, Davidson J.K., e Conway-Welch, C., descobriram que de 1.172 mulheres apenas 65,9% foram capazes de o identificar por auto-exploração. (O prazer que o queefing lhe pode dar)

Após estas descobertas, o que ficou por investigar foi a sensibilidade da parede vaginal por zonas. Felizmente, um investigador de nome Alzate (1985) já tinha começado. Alzate constatou que 85% das mulheres tinham maior sensibilidade na parede posterior (91% delas na metade inferior), e 74% na parede anterior superior (60% na metade inferior também). E relatou zero casos de ternura cervical. Esta investigação foi importante para demonstrar que o comprimento do pénis não é uma característica indispensável para proporcionar maior prazer sexual nas mulheres.

Em conclusão, as mulheres preferem pénis espessos e curtos, no sentido em que a penetração destes proporcionará uma melhor estimulação do ponto g, para emitir uma maior proximidade à parede vaginal e não necessitam de um pénis tão comprido, porque se demonstra que na vagina, existe uma maior sensibilidade na zona posterior da mesma. (Sente que a sua erecção já não é a mesma de antes)

No entanto, a penetração por si só não proporciona um grande prazer. Ajudar as mulheres a encontrar o orgasmo com estimulação simultânea de duas ou mais zonas erógenas e, em nenhuma circunstância, esquecer de estimular o clítoris, porque, como foi dito acima, é o único órgão especializado em proporcionar prazer.

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