Tratamento cirúrgico ortodôntico da microsmia hemifacial utilizando a técnica de alongamento ósseo intra-oral do ramo mandibular

Resumen

CALDERON CALDERON, Laura; MIRANDA VILLASANA, Ernesto y RUBIO BUENO, Pilar. Tratamento cirúrgico ortodôntico da microsmia hemifacial utilizando a técnica de alongamento ósseo intra-oral do ramo mandibular. Rev. Odont. Mex . 2006, vol.10, n.4, pp.151-156. ISSN 1870-199X. https://doi.org/10.22201/fo.1870199xp.2006.10.4.15888.

Deformidades dentofaciais têm aumentado de frequência na prática oral e maxilofacial dos cirurgiões. Este grupo de deformidades está relacionado com estruturas ósseas e dentárias em qualquer um dos três planos espaciais: vertical, sagital e transversal ou uma combinação de todos eles. A hipoplasia mandibular é um dos problemas mais comuns que os dentistas têm de enfrentar. A complexidade surge quando a assimetria se torna mais evidente à medida que o paciente cresce, com desvio posterior e queixo, mordida cruzada e mordida aberta posterior; estes problemas são contrabalançados por um desvio do plano oclusal, re-apropriando-se em anomalias funcionais e estéticas. O alongamento ósseo em mandíbulas hipoplásicas é uma técnica que produz alterações notáveis no osso, bem como nos tecidos moles e vasculares num breve período de tempo, sem a necessidade de procedimentos cirúrgicos complexos; permitindo o tratamento nas suas fases iniciais. Este trabalho apresenta 9 casos de assimetria facial devido à microsomia hemifacial tratada por alongamento osteogénico do ramo mandibular. Foram avaliadas características clínicas e fotografias, vistas cranianas simples (posteroanterior e lateral), vista panorâmica orâmica e tomografia computadorizada com varredura tridimensional. Todos os casos foram tratados por alongamento osteogénico do ramo mandibular sob anestesia geral, com resultados estéticos e funcionais favoráveis, resultando em oclusão estável e simetria facial, com complicações mínimas tais como dor temporomandibular, parestesia temporária do queixo, mordida aberta posterior e mordida cruzada anterior. Foi observado o crescimento compensatório da maxila, sendo necessário tratamento ortodôntico pré e pós-cirúrgico. Todos os casos foram bem sucedidos, tendo o controlo sido efectuado após 6 meses a 2 anos. Não houve recorrência ou outras complicações.

Palabras llave:Microssomia hemifacial HFM; alongamento ósseo BE.

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